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Paralisação nacional dos professores

Paralisação nacional dos professores

Chamar a atenção do Brasil para realidade da categoria

O movimento de paralisação dos professores começou na última segunda feira 17 de março e terminou no dia 19, foram três dias de um movimento que chamou a atenção do Brasil e quem sabe de algumas autoridades mais sensíveis a causa. A categoria está em luta para que os governos cumpram a do piso salarial nacional aprovada no Congresso. Os professores querem que suas remunerações sejam de fato cumpridas e suas carreiras reestruturadas, para que possam oferecerem uma melhoria cada vez maior no ensino e na educação. “Precisamos de uma educação de qualidade no país, isso é muito importante e essencial”, disse Aldenizia, presidente do Sintep/Primavera. Para oe educadores não existe condições de compreender o crescimento do Brasil sem a valorização dos professores, o que pedem é um piso salarial de R$ 1.451,00, pagos pelas prefeituras e governos estaduais, piso este já aprovado em 2008 e que não vem sendo respeitado. A greve foi convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação e aqui em Primavera grande parte das escolas públicas do estado e município aderiram ao movimento, que acabou nesta quarta-feira 19 com uma passeata pelas principais vias da cidade, com parada na \secretaria de Educação e Prefeitura Municipal. A categoria reivindica p cumprimento da lei do piso, carreira e jornada, investimento dos royatties de petróleo na valorização da classe, votação imediata do plano Nacional de educação (PNE) e destinação de 10% do produto Interno bruto (PIB) para a educação pública. “O nosso objetivo é que todos os trabalhadores que atuam na educação, inclusive os funcionários da educação, tenham um piso, carreira e reconhecimento”. Em alguns estados o movimento atingiu cerca de 80% de paralisação, em algumas capitais houve debates com a classe política. O que percebemos é que aqui em Primavera os professores não contaram com essa força, os profissionais foram a Câmara municipal na sessão ordinária da última segunda feira, mas seu movimento não contou de perto com nenhum representante político.

Ano letivo

Mesmo diante do movimento, as escolas que foram estadualizadas, Cremilda Viana, no bairro São Cristóvão, Nivea Denardi, no Primavera II e Marechal Candido Rondon, no Primavera III deram início ao ano letivo na última terça feira 18 e outras na quinta feira 20. No Primavera III as informações são de que ainda estava havendo um remanejamento de profissionais. Estando ou não atrasadas para o começar o ano letivo, o Sintep, garante que não haverá prejuízos aos alunos, que as 800 horas aulas serão cumpridas rigorosamente e os 200 dias letivos serão preenchidos.

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